O quê é que mais nos “importa” para além da própria vida e o amor? Começa tudo la nos bancos emissores das notas e reguladores das políticas monetárias, mas la não há programas em direto, ninguém sai e nos diz: estamos a imprimir tantas notas para este e aquele fim!!!
Então enquanto desconhecermos os factos cabe a nossa imaginação, deve ser estilo: As notas são atiradas do céu e apanhe-as primeiro quem poder voar 🤷🏾♂️ o mais alto possível. E se for preciso pisotear e passar por cima de alguns cadáveres só para poder pegar o máximo possível de notas, que seja! Muitos alegam que quando se tem a legislação a nosso favor ou um contrato com o patronato, logo o dinheiro é limpo com o trabalho honesto, facto é que não tem como dinheiro algum ser limpo pior ainda no nosso continente, o Africano.
Bom, reza a história que durante a segunda guerra mundial os donos do mundo decidiram que já não era necessário haver paridade entre lingotes de ouro e as notas emitidas 🤷🏾♂️.
Parece que agora é só conseguir o poder “democraticamente” e em seguida é só imprimir o máximo possível de notas, para serem “atiradas do céu” para o povo, mas já para os bancos comerciais entre outras instituições e entidades a coisa é diferente, estes não precisam voar para pegar as notas porque o dinheiro vai direitinho para os seus cofres transportado em camiões blindados e bem embalado em sacolas que são levadas cada uma no mínimo por 3 homens fortemente armados e bem treinados para uma forte reação armada ou combate corpo a corpo com qualquer um que se julgar merecedor e tentar se apropriar das tão maravilhosas e incrivelmente valiosas notas feitas totalmente de papel!
Verdade seja dita! Essas tais notas, ou dinheiro totalmente feito de papel, confunde os seres humanos, tem governos “eleitos” para velar por milhões de compatriotas mas somente alguns milhares tem um “contrato” para não dizer um emprego para ganharem as benditas notas de papel! Mas mesmo sem contrato trabalho é o que não falta, biscatos de todo tipo problema mesmo é que há muita confusão e fica difícil tomar uma decisão seguro de que está se fazendo melhor uso das nossas vidas e do nosso tempo.
A reflexão hoje é em torno dos tais milhões de concidadãos que não conseguem uma nota se quer. Digamos que a maioria não consegue voar ou simplesmente não querem passar por cima de ninguém para pegar as notas que parece que são atiradas misteriosamente do mais alto do céu e para piorar com certeza nenhuma sacola será deixada por engano nas nossas portas.
Os milhões que não conseguem “voar” para pegar as notas, começam a sonhar sendo funcionários de um dos bancos, instituições ou entidades onde digamos “vivem as notas” para ficarem quase sempre bem pertinho delas e como é muito bem sabido para os que trabalham nessas prestigiadas instituições parece que mesmo sem poderem voar e sem serem entregues as sacolas cheias de dinheiro nas portas de suas casas, safam-se muito bem, são facilidades aqui e ali, da para comprarem uma ou várias boas casas, carros e a reforma vem com um pacote milionário.
Mas os bancos e essas instituições e entidades só podem absorver uma pequeníssima parte dos com os pés no chão, que precisam fazer algo para poder sobreviver. Alguns aprendem ofícios tais como mestres de obras, motoristas, cobradores, alfaiates, cozinheiros, vendedores de rua, comerciantes formais e informais, informáticos, enfermeiros, agricultores, a lista é infindável todos eles querem abocanhar as notas emitidas pelo único banco central. As notas saem voando do céu, os que podem voar pegam todas elas sem deixar nem uma se quer cair no chão, os que tem artigos a seu favor recebem a sua parte, os que tem as licenças definem os seus preços e o motor da economia começa a roncar, armazéns são alugados, maquinistas são contratados, estivadores por todo lado a todo vapor carregando todo tipo de sacos de mercadorias e ninguém faz a mínima ideia donde vem nem para onde vai o dinheiro. Mas o tamanho e o estado das casas, os carros nas garagens os tamanhos dos quintais e a beleza dos jardins dão algumas pistas dos locais pelos quais as notas passam. Tem lucros, tem multas, impostos, taxas e várias artimanhas para reter as notas no mesmo local, salve-se quem puder escolha a sua artimanha e entre para o jogo que se o objetivo for sobreviver as regras são muito simples mas se quiser viver do bem e do melhor talvez tenha que se esforçar um pouco mais e entender muito bem as regras desse jogo. Mas para a maioria, mesmo depois da explicação metódica e didática da Senhora simpática que aparece um pouquinho antes da hora nobre, do Telejornal, explicando como funciona a política monetária de um país, a maioria continua se perguntando: mas afinal como é que funciona mesmo? Porque não imprimem notas para nos distribuírem a todos via serviços de entrega nas nossas portas como fazem com as facturas de água e luz ou mesmo via correios iríamos la levantar e suportar as longas filas! Em fim, Ninguém se da a maçada de esclarecer tais tantas dúvidas, enquanto isso os bancos comerciais já estão a vender o seu produto, quer dizer as notas. Empréstimos aqui créditos acolá até que finalmente todos voltam aos seus ofícios, com os seus pés bem firmes no chão, infelizmente nenhuma nota cai no chão, ou voa ao acaso como uma folha levada pelo vento, nem se quer uma única sacola cheia de notas é deixada na porta errada. Sem que nenhuma sacola cheia de notas tenha ficado perdida algures, os supermercados, as mercearias, as lojas os mercados formais e informais entre outros abrem as suas pequeninissimas ou enormes portas para os seus clientes. Entre os milhares de clientes estão os funcionários públicos, revendedores oriundos dos distritos e os milhares de munícipes residentes. Vende-se e compra-se de tudo, enquanto uns estão preocupados em apetrechar as suas geleiras e despensas outros se preocupam em repor os stocks nas suas prateleiras, nos seus armazéns. Enquanto uns estão preocupados com o rancho com a sexta básica, outros estão preocupados com as matérias primas para a produção. Milhares a brincarem de troca troca com as notas mas infelizmente são milhões e milhões assistindo e desejando fazer parte daquela brincadeira para pagarem e pegarem as roupas, a comida a água o combustível e tudo mais que parece que nunca esgota para a felicidade dos poucos milhares que detém as milagrosas notas. Notas que circulam de mão em mão, notas que já ninguém mais quer saber da sua fonte nem origem muito menos ainda como é que funcionam as coisas la no banco emissor. Agora que as praças foram inundadas com as notas é só esperar que chegue a sua vez, a vez das suas mãos pegarem o dinheiro. Com alguma sorte as notas acabam chegando passam e param por alguns instantes e até momentos nas mãos de alguns dos milhões de infelizes que tentam de tudo para mantê-las eternamente mas elas acabam sempre encontrando o seu caminho para as próximas mãos. São tantas mãos, tantas notas, circulando, que alguns se arriscam a acreditar que nem mesmo o banco emissor já não faz a mínima ideia de realmente quantas notas andam por aí de mão em mão.
O nosso foco hoje como já deixamos evidente são os milhões de concidadãos, milhões de indivíduos e suas milhões de mãos que não apanham nenhuma das tantas notas!!! Mãos essas que constantemente apalpam os bolsos só para se certificarem que nenhuma nota foi la parar por acaso e quando confirmam que nem nos seus bolsos nem nas suas mãos, nem uma nota se quer se atreveu a passar e parar por um instante e com certeza nenhuma sacola perdida na porta, aí os indivíduos, que quase já se acostumaram a viver quer dizer sobreviver sem uma nota se quer, se sentem com o direito de desconfiar e acusar “alguém” de estar a fazer batota. Como é que é possível tantas notas voando, trocando de mãos trocando de bolsos trocando de carteiras se mudando de conta para conta, de banco para banco mas nas mãos de milhões de indivíduos nem uma nota se quer cai, como é possível? Alguém está fazendo batota aqui! Manipulando essas notas ao seu bom gosto! Só pode ser isso. Concluem os indivíduos desconfiados.
Milhões de concidadãos começam se sentindo marginalizados porque simplesmente não entende como é que se faz para apanhar essas notas, alguns deles até se perguntam será que tem uma escola um curso que ensinam como se apanham essas notas? Enquanto isso outros se questionam: porque tentar apanhar as notas? Quando para alguns as notas é que voam na direção deles, não adianta ser um simples funcionário público, para quê sonhar em ser um banqueiro? Melhor mesmo é ser o presidente de uma nação, não deve haver melhor cargo nesse planeta, espera aí será que tem uma escola onde se estuda para ser presidente começam a indagar infinitamente os milhões de pobres e coitados. Depois de tantas perguntas e poucas ou quase nenhuma resposta, infelizmente os bolsos continuam vazios, uma das alternativas que os indivíduos tem é bater nas portas e ver se se consegue emprestar algumas notas de alguém que já as apanhou algures. Os mais humildes guiados pela fé ou pela tradição la de casa e que por isso se recusam a fazer uso da violência para conseguir tais notas, preferem entretanto ir em algum lugar que sabem que la crescem folhas tubérculos entre outros comestíveis que ninguém precisa cultivar, mas para completar os ingredientes de uma refeição básica acabam sempre pedindo farinha aqui sal aí e com as últimas economias compram um pouquinho de óleo, alguns peixinhos salgados la na banquinha da zona e dormem despreocupados prontos para mais um dia ao Deus dará mais comestíveis que não precisam ser cultivados, dia esse que acaba sendo mais um sem milagrosamente serem oferecidos uma nota se quer por alguém que ama o proximo. Na verdade os que propagam o amor ao próximo também estão lá na rua nas esquinas nos semáforos anunciando o fim do mundo e convidando a todos para um encontro de reflexão para evitar o pior destino final para as nossas almas. Sem as notas no bolso, sem uma refeição básica os indivíduos parecem acreditarem que pior é impossível, acabam arrastando seus corpos para seus cantinhos e aconchegados preocupam-se mais em alimentar o corpo do que a alma, aliás é como se não tivessem alma, tudo que precisam, tudo que querem são bens materiais para tratar dos seus corpos mal tratados. Daí que quando lotam os locais de culto buscando forças acabam alguns por se auto excluir ou são discretamente escorçados porque sem dízimo parece que não há benção 🤷🏾♂️. Mas Deus é pai para todos e um pai cuida sempre de todos os seus filhos 🙏🏾🙏🏾🙏🏾
As noites passam e os indivíduos se conformam que o amor ao próximo que anda sendo propagado por aí não basta para lhes salvar. Finalmente os indivíduos entendem que não é suposto outrem lhes salvar, todos os outros tiveram que trabalhar para apanhar as notas, por isso seguros de que a sua vez chegará os indivíduos se põem a rua, limpam carros, cuidam dos jardins, se alimentam dos restos, lavam as sujeiras todas nas cozinhas nos quartos de banho e por aí sem se sentirem menosprezados, depois aparecem aí alguns “experts” falar ao microfone da auto estima, amor próprio e por aí.
Enquanto uns falam da auto estima e do amor próprio, milhões e milhões de indivíduos querem mas nem se quer essa uma única chance desprezível, nem se quer essa oportunidade de lavar pratos, arrumar os quartos de banho, não conseguem, não encontram um patrão para servir e em troca ganharem algumas notas! Tem também os que conseguem e até encontram patrões que dão notas novinhas e cheirosas, mas desistem porque pois alguns patrões mandam lavar suas cuecas e calcinhas e para alguns dos milhões isso é inadmissível, preferem ir procurar as notas em outro lugar na esperança de não terem que pegar o sangue nas calcinhas ou a merda nas cuecas, para esses sim, esses são os tais para os quais deviam os tais “experts” falar ao micro sobre auto estima e amor próprio mas já que eles não tem as bem ditas notas, nenhum “expert” vai desperdiçar o seu talento com eles.
Na verdade a maioria dos milhões de indivíduos procurando desesperadamente pelas notas vem dos distritos, la crescem e vivem que nem cogumelos, quando chegam nas grandes cidades estão dispostos a tentar de tudo mas infelizmente nem todos se dão bem, chega sempre uma hora que dizem, basta!!! Está na hora de voltar para casa e voltam sim para terra que lhes viu nascer, lógico alguns de mãos vazias e com a auto estima e amor próprio totalmente em baixo. Mas casa é casa, aí tem e encontram de tudo para viver, quer dizer sobreviver. Tem tubérculos, raízes proteínas das ratazanas e peixe pode se apanhar fresquinho algures num riacho aí perto. Mas a visão dos supermercados, as bombas de combustíveis, os semáforos é uma visão que mesmo depois da melhor refeição la em casa, la na terra os indivíduos só pensam em deixar tudo para trás, deixar a casa, a mulher, os filhos os pais os avós e ir atrás daquelas notas, ir tentar de novo! Mesmo que não consigam se adaptar e nem se infiltrarem nos supermercados, mesmo que não consigam um carro para com o mesmo desfilarem nas bombas e nos semáforos esses indivíduos se contentam com 4, 8, 10 ou mais cadeiras plásticas! Esses indivíduos se sentem realizados por poderem voltar com 10 ou mais bidões de 20 litros, de preferência àqueles amarelos, os indivíduos mais ousados querem mesmo são os eletrodomésticos, os DVDs, televisores, aparelhos de som, rádios, lanternas, painéis solares para iluminação ou alimentar o rádio. Tais quinquilharias tem bastado para lhes acalmar por algum tempo e viverem momentos inesquecíveis quando voltam ou vão de “férias” para casa, na terra na companhia dos seus. Tem um pequeno pormenor, alguns quando pretendem voltar para suas casas tem algumas dificuldades de comunicação, acabam simplesmente saindo sem se despedir dos seus patrões e levam consigo algumas lembranças estilo alguns pertences que acreditam que de certeza aos patrões não vão fazer falta para além de que eles tem também certeza de que o patrão a qualquer altura com as suas notas pode repor tudo novinho comprando tudo num piscar dos olhos.
Recapitulando: alguns milhares de concidadãos são os indivíduos que conseguem as notas e muitos dos compatriotas que são tantos milhões são os indivíduos que normalmente não conseguem as notas. Os milhares contratam os milhões para limparem suas sujeiras e aproveitam-nos para guarnecerem seus quintais. Os milhões só querem aquelas notas! Alguns se dão bem e se infiltram la entre os milhares mas a maioria regressa a casa, a terra para junto da família bem como um bom número acaba na vala comum atropelados ou por doença e já que normalmente não costumam ter um bilhete de identificação as autoridades nunca sabem a quem comunicar os desaparecimentos físicos e como bem sabemos em algumas das nossas cidades chega-se a enterrar por dia mais de 20 concidadãos sem documentos de identificação! Logo para quem acompanha aquele debate sobre o uso da inteligência artificial no nosso cotidiano vem a questão: os concidadãos mal conseguem as notas, morrem atropelados e são deitados quer dizer enterrados de qualquer maneira quando na verdade já existem andróides para quase todo tipo de tarefas domésticas, portanto os poucos milhares detentores das notas só optam pelos milhões de concidadãos como mão de obra porque pois é simplesmente muito mais barato 🤷🏾♂️ que o android inteligente.
O que nos interessa aqui neste blog, com este artigo é como sempre refletirmos as nossas finanças: Será que poucos aos poucos, ou seja, gradualmente vamos ter mais mãos pegando as benditas notas? Ou por outra será que as mãos estão a aumentar? É verdade que temos casos de patrões que oferecem motas, compram terrenos e constroem casas para os seus trabalhadores. Mas estamos a falar de milhões de concidadãos nossos compatriotas que não apanham essas notas.
Será que poucos aos poucos, ou seja, gradualmente as mãos pegando as benditas notas vão aumentar? Aumentar até que sejam tantos os milhões de indivíduos indo legalmente para os supermercados sem complexos de inferioridade desfilar com suas viaturas nas bombas e nos semáforos?
Será? Será que depende é la das políticas monetárias la no banco central? Será que as notas circulando bastam? Quantas mais notas deviam ser impressas para que todos e tudo pudesse fluir em harmonia numa economia vibrante?
Vamos supor que os nossos quadros, formados nas mais prestigiadas universidades já tem as respostas só estão esperando pelo momento certo para nos comunicar 😅😂🤣.
Sim as soluções estão lá, nos livros, nas mentes!!! Do mesmo jeito que estão lá nos bairros, vai ver aquele caso lá na zona para quem acompanhou um dos barrões da zona foi considerado pedófilo e arrebentaram-lhe a casa em fração de segundos apesar de parecer que era inocente. As vezes a gente se pergunta mas é esse o mesmo povo que aos milhões prefere voltar para casa sem se rebelar? Voltar para terra quase que com as mãos vazias? Como é que pode ser o mesmo povo que enterra ladrões de gado ainda com vida mas não se precipita em fúria para o banco central para ver se conseguem apanhar algumas notas, mas é claro que nenhum aparato conseguiria deter uma rebelião do género, afinal são milhões e milhões de compatriotas procurando por essas benditas notas! Parece que alguém está a brincar com fogo aqui! Mas vamos torcer para que nenhuma rebelião ocorra, vamos torcer para que o povo continue acreditando que estão a trabalhar, tarde ou cedo as notas vão chegar para todos!!!
Só podemos seguir por esse caminho. Torcer para que os economistas, os contabilistas, os legisladores os políticos, os informáticos e demais génios desta nobre e por enquanto pobre nação estejam a trabalhar duro e a qualquer momento os resultados serão visíveis.
Já agora vamos lá aprofundar um pouquinho? E nos questionarmos mas em o quê é que eles podem ou devem estar realmente a trabalhar?
Será mesmo que eles seriam justos com os milhões de compatriotas que não conseguem apanhar uma nota sequer?
Será mesmo que eles sabem quantas notas andam circulando por aí?
Será mesmo que eles sabem quantas notas são precisar ao certo para que todos possam apanhar pelo menos uma nota?
Como é que eles fariam isso? Como é que eles conseguiriam garantir que toda alma viva desta nação apanha pelo menos uma dessas notas?
Como?
Como é que se justifica que países com mais de 500 anos continuam tendo o mesmo problema? Pelo menos nesses países mais velhos da para perceber que algumas famílias que já não sabem o que fazer com o tanto dinheiro que ganham fazem doações em programas bem elaborados que substituem os pacatos spots publicitários, mas em fim agradecemos pelo tanto dinheiro que oferecem ao seu povo e o entretenimento que nos proporcionam todas as semanas. O marketing agora é coisa de outro nível, já não se trata de pagar um espacinho de antena para passar o seu spot mas sim conceber um programa, cativar e entreter o telespectador. Mas para não ficar entediado o telespectador só precisa ter algumas notas para poder responder a seja qual for a estratégia de marketing. A não ser que esse marketing todo assim bem elaborado e tão agressivo é para chegar até aos mais desfavorecidos? Vamos lá pensar juntos, o povo mal consegue algumas notas para se alimentar. TEMOS PRODUTOS PARA TODO MUNDO MAS NÃO TEMOS NOTAS PARA TODOS OS NOSSOS COMPATRIOTAS?
Estamos num bom caminho, mesmo que alguns não se envergonhem de tirar as notas dos mais desfavorecidos, cada um a sua sorte. As coisas vão mal para alguns mas também vão muito bem para outros! Os que estão preocupados com o que julgam que vai mal, os que estão sensibilizados e são sensíveis vão fazer a sua parte e os que verem a oportunidade de ganhar mais também vão fazer a sua parte, então vamos lá pensar juntos para ver se encontramos uma maneira de ajudar os nossos milhões de concidadãos que não sabem ler nem escrever mas tem um celular, vai saber como eles conseguem usar o aparelho 🤷🏾♂️ vamos lá é pensar e trazer a tona ideias que possam nos engrandecer e nos permitam levar mais e mais notas para os milhões de nossos irmãos que estão obcecados e tudo o que querem é poderem fazer parte do tão bem falado processo de desenvolvimento. Vamos a isso. A nossa contribuição hoje resume-se numa única palavra BLOCKCHAIN. Essa é a nossa sugestão, comecemos portanto por entender e implementar na medida do possível o BLOCKCHAIN no nosso dia a dia, a tecnologia promete bastante, a longo prazo poderemos ver solucionados vários problemas dos milhões e milhões de cidadãos do mundo e os nossos compatriotas especialmente.
Bom se existe outrem alguém que tem conhecimento de uma outra forma melhor que através da tecnologia do BLOCKCHAIN por favor vamos partilhar e contribuir para resolver esse problema que afecta os milhões de pacatos concidadãos bem como aos milhares de munícipes desfilando suas classes nas nossas cidades.
Ora vejamos:
Se ao nascer mais um compatriota usássemos a tecnologia BLOCKCHAIN para os registos dos nascimentos, claro que teríamos que envolver os países vizinhos pois sabemos que por exemplo numa das províncias do norte o nosso povo prefere saltar a fronteira e ir dar o parto em hospitais com melhores condições, o importante é contarmos como nosso bebé, mesmo que tenha nascido do outro lado da fronteira. Bom já que estamos esclarecidos sobre os nascimentos e as fronteiras vamos prosseguir com mais esclarecimentos sobre as possibilidades com a tecnologia do BLOCKCHAIN.
1. Registámos os nascimentos todos em fração de segundo com um simples smartphone, nem precisa necessariamente ter internet no local do parto, quer dizer no local do nascimento, o importante é registar exactamente no momento do nascimento e depois os dados são carregados quando em locais com conectividade.
2. Uma vez atribuída a identidade a um recém nascido, é praticamente imutável, mas também porquê é que alguém ia querer trocar o nome que lhe foi atribuído e os pais que lhe concederam o milagre da vida? Todos os dados inerentes ao estado civil, formações, aptidões, qualificação, transações financeiras seriam atrelados a uma única identidade no blockchain. Por enquanto, mesmo com o cérebro mais esclarecido em matérias de computação é inimaginável que seja possível por exemplo falsificar uma identidade no BLOCKCHAIN. Quem sabe la no futuro seja possível? Mas mesmo que venha a ser possível os recursos a serem aloucados para falsificar uma identidade numa rede BLOCKCHAIN provavelmente sejam insustentáveis e desencorajem tais atos, mas o sistema que usamos agora encoraja até é a ter o equipamento e fornecer ilegalmente o serviço exclusivamente do estado para os que por algum motivo precisem de uma nova ou falsa identidade. O essencial ficou 🤐.
3. Uma carteira BLOCKCHAIN não é como uma conta bancária, que tem elevados custos de manutenção, impendindo para não dizer impossibilitando milhões de concidadãos de se bancarizarem mas a carteira ou seja a conta “bancária” no BLOCKCHAIN uma vez criada basta não perder ou esquecer as credenciais. Alias basta um smartphone e uma conexão. O primeiro governo do mundo que adoptar o blockchain para a identificação, pagamentos de pensões e colecta de impostos provavelmente mostrará ao mundo que o caminho é pra frente, imagina o nosso governo colectando mais impostos dos milhões de concidadãos que atualmente nem se quer uma conta bancária tem e provavelmente não terão num futuro tão próximo, por causa das dificuldades que o próprio sistema impõe. As nossas próprias autoridades já reconheceram e admitem que precisamos de várias reformas. Hoje em dia quase todo mundo tem um celular e os que não tiverem um smartphone se souberem que com um smartphone conseguem uma identidade uma conta bancária pagam os impostos e tudo mais, pode crer que bancarizar todos vai ser o menor dos nossos problemas. E tem mais, atualmente são milhares de contas, bancarizar os mais desfavorecidos significa dar um salto dos milhares para os milhões, haverá muito mais taxas e muito mais lucro para os banqueiros disputarem. Aí é só o governo encomendar ou fabricar localmente os smartphones as máquinas e os aplicativos para facilitar os pagamentos nos supermercados, nas bombas de combustível e por aí em diante. Quanto aos semáforos pelo menos uma nação colhendo as vantagens da tecnologia BLOCKCHAIN já encurta a distância entre o agora e o futuro de carros autónomos, inteligência artificial e tal dai que provavelmente até la teremos conseguido algo melhor que 3 luzes para regular o trânsito nos cruzamentos! O Futuro não é tudo bom! Vamos?
4. E o melhor de tudo sabemos exatamente quantas moedas forão emitidas e qual é o valor de cada uma delas. O papel sigiloso, misterioso, dos bancos centrais e reguladores passa a ser um assunto do passado.
5. A ideia nunca foi eliminar as notas mas sim dar um passo para frente, dando mais opções ao povo e a opção futurista é o BLOCKCHAIN onde o povo tem um pouco de tudo que precisa como ferramentas para participar no processo de desenvolvimento.
Cada um fazendo a sua parte, como as formigas ou as abelhas não importa se através do BLOCKCHAIN importa é que os nossos irmãos não passem fome, não tenham o que vestir porque simplesmente não conseguiram ter algumas notas feitas de papel!
Vamos agradecer a esse povo pacífico 🙏🏾🙏🏾🙏🏾
Vamos torcer para que trabalhando todos juntos consigamos os melhores resultados possíveis 🙏🏾🙏🏾🙏🏾
FIM
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NB: tudo que se parecer coma realidade é pura ficção.